Sábado, 30 de Abril de 2016

Eram os nossos sábados à noite

Era o esperar de uma semana por esta noite.
Era a incerteza se haveria encontro, onde e como seria.
Era a luta contra o tempo que seria sempre pouco.
Era o receio de sermos apanhados.
Era a loucura que se apoderava sem pensar em tudo o resto pois....
.....Era muito desejo em te ter!

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publicado por artista-magico às 21:45
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Sexta-feira, 29 de Abril de 2016

Resposta

Ainda me encontro "abananado" pelo teu retorno. Não estava à espera.....


Tenho que deixar a minha resposta, pois como disseste foi grande história! O final, ou ausência do motivo para não continuar é que ainda não percebi... por muito duro que seja penso que passados 5 anos aguentaria. Já foi, ultrapassámos esse ponto mas é algo que ficou. Algo que só tu sempre soubeste e que eu nunca saberei a não ser que o reveles.


E já passaram 5 anos... tanto tempo! Ao início ansiava para não te encontrar no supermercado, na rua, etc. Depois apercebi-me que apesar de vivermos na mesma cidade não nos veríamos. Quase só nos tinhamos os dois em comum.

As poucas que te vi foi à noite e não eras em nada a "minha sabrinas". Não te reconhecia com aquela presença, tinhas mudado em tão pouco tempo e confesso que não te queria ver. Como dizem: "longe da vista, longe do coração". Só assim conseguia seguir, não sabendo nada de ti. Confesso que até tirei as notificações do facebook e que ainda hoje não as repuz ( ia espreitando de quando em vez para ver se estava tudo bem contigo)

 

Também já não me recordo como e porquê voltámos a falar por chat. Soube bem o retorno escrito, mas foi igualmente estranho pois não conhecia aquela frieza do "xau beijinhos" desse teu lado. Só conhecia o lado quente que nesses dois anos tinha esfriado. Ainda tentei lutar contra a maré mas já te saia natural e nada podia fazer.
Entretanto, nessas conversas, vi que estavas sem objectivos, perdida, um pouco vazia apesar de aclamares que estavas feliz da vida e enamorada. Aquele brilho que reconhecia estava a apagar-se com a rotina e tentei puxar por ti (Tinhas e tens tanto para dar!). Sabia que devia ser o teu novo amor a fazer, e que se fosse eu a fazê-lo seria ele que teria a melhor parte de ti e eu não, mas não te podia deixar assim e incentivei-te a recomeçar um blog. Um novo, algo que fazias tão bem e que poderia levar-te a alcançar alguns dos teus sonhos. Só posso dizer que o que veio daí me deixou extremamente orgulhoso!

 

Lembro-me da festa que falas, ainda foram algumas as festas que o meu olhar se cruzou com a tua presença. Eram raras as vezes mas parecia iman! Porém virava logo o meu Norte como se fosses uma tentação.. Lembro-me de um concerto que nem era na nossa cidade e nem me interessava muito a banda. Falámos por causa de uma amiga tua e era um pretexto para te voltar a cumprimentar. No meio de milhares, a pedir aos meus amigos para dar umas voltas no recinto, lá te consegui ver, com ela e com o teu namorado. Tu não me viste. Foi estranho e não fui.

 

 

No casamento do casal amigo foi então pior. As tentativas de cumprimentar ali se concretezariam de certeza, e assim foi, anos depois. O arrepio gélido foi mutuo. Tanta coisa que poderia ser dita mas ali estávamos nós, cada um com o seu par. Tanto para dizer mas eles não sabiam de nada nem iriam perceber. Ficámos como se fossemos apenas conhecidos aos seus olhos. Nos meus observáva-vos pelo canto... até que em voz alta disseste que estavas noiva. Não me sentia bem ali. Não me senti bem em estar noutra mesa. Não me senti bem em ver-te a dançar com outro rapaz. Não me quis despedir e saí sem veres, porque percebi que ali é que estava o fim que tanto procurava.

 

Começámos a falar mais vezes. Como se desde sempre tivessemos sido amigos. A falar dos nossos futuros casamentos, luas de mel, filhos... tudo isso cada um por sua conta. Como era possível se nunca tinhamos feito planos os dois? Quem eram aqueles? Pareciam duas histórias inventadas à pressão, floreadas mas sem ponta por onde se lhe pegasse.... antigamente bastava uma pontinha para desbravar mundo sem pensar em planos e consequencias.

 

Tu disseste que te ias casar e acabei por casar até antes, ironia do destino. Não sei o que responder ao teu último parágrafo, mas custa-me saber que só temos uma vida e nunca saberemos o que é o certo.

 Hoje estamos bem um com o outro e apercebi-me que prefiro te ter no meu dia a dia do que não ter. É um gosto começar o dia contigo.

reencontro1.jpg

 

publicado por artista-magico às 15:59
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